Early pioneers of Norwegian black metal, ULVER have continually evolved throughout their career and now stand as living legends of the dark music industry, blending rock, electronica, symphonic and chamber traditions along with noise and experimental music to create groundbreaking material.
Last year they released the critically acclaimed War Of The Roses album which was described by Zero Tolerance as ‘a quite beautiful record of startlingly powerful depth’. They return in April with Childhood’s End, a collection of classic psychedelic tracks recorded by the band in late 2011.
The album includes Ulver’s unique versions of tracks from The 13th Floor Elevators, Electric Prunes, Jefferson Airplane, The Pretty Things and more.
Release Date 28th May 2012
Chapters:
Bracelets Of Fingers (The Pretty Things)
Lament Of The Astral Cowboy (Curt Boettcher)
Can You Travel In The Dark Alone? (Gandalf)
Soon There Will Be Thunder (Common People)
Today (Jefferson Airplane)
Street Song (13th Floor Elevators)
66-5-4-3-2-1 (Troggs)
I Had Too Much To Dream Last Night (Electric Prunes)
I Can See The Light (Les Fleur De Lys)
The Trap (Bonniwell’s Music Machine)
Everybody’s Been Burned (Byrds)
Dark Is The Bark (Left Banke)
Living In The Past (Chocolate Watchband)
Velvet Sunsets (Music Emporium)
Magic Hollow (Beau Brummels)
Where Is Yesterday (United States Of America)
For more info, go to: www.kscopemusic.com/ulver
(Source: felipeless)
No verso de minhas
passagens
folhas impressas
e tintas pretéritas;
vigência externa
àquela sob a qual
estou incumbado
Tento conceber versos
de minha passagem por
tal megalopóle nada serena
“Terra da Garoa”, cidade fria
de sereno perene na qual
o azul empreende dissimulação,
higienização tangente,
para com o cinza voraz
revestidor conspícuo
que acomete os espectadores
de fuligens e smogs
Meus in versos,
tão diversos
registram minucias,
papéis e balas
sarjetas e ensejadores
tangenciais duma
misantropia relutante…
Encontrar contatos
virtuais e verificar
expectativas profícuas
constitui-se numa
panacéia
Digressão para
além deste hospital
confundido por capital.
(Source: himahimasei.blogspot.com.br)
No dia de trabalho
inúmeros alguns ainda
empreendem as mesmas
tarefas alienantes
afinal, pausas nas massas
fazem o bolo murchar
dissenso no progresso.
E ainda que sua ulterior
divisão equânime seja utopia
acreditar que a multiplicação
reversa seja um verbo
constitui-se o alento
d’um sálario.
(a percepção da disparidade
é um invite à congregação
que só permite Lamúrias &
Desalentos)
Neste símbolico dia
no qual a égide dos monômeros
alcança seu apogeu em
todos recipientes ocidentais
continentes marxistas
O cinza das fuligens
e a frieza dos smogs
participam da festa
deixando o clima seco
e do terraço percebo
o desvio latente que abarrota
estradas e espaços públicos
na conjuração por descanso.
E lá, com as janelas fechadas
ludibriadora transparência vítrea
uma pombinha desfalecia no canto
após o contrato-último;
limites que o corpo
não suportou.
E nos cemitérios
coveiros finalizam
os meios que proporcionam
a fragmentada subsistência
orgânica.
- Feliz dia do trabalhador.

Algures
Barra Funda
frênesi cinéreo
Estação para introspecção
deste contemplativo minucial,
irrisório ser social que
perscruta diferentes
inercial
Em sampa
a alteridade é niilista e
minha sensibilidade não-dita
vagueia de soslaio pelas
pessoas que se indistinguem de
máquinas
meus olhos,
esses passaportes
não-requeridores de
check-in
seduzidos são pela
grandeza de 450 anos
(e sua intermitência
drástica que rumina e
recicla seus esqueletos)
de frieza e canibalismo.
A sedução voluntária
à grandeza inorgânica
é fruto da sedição inconsciente
imanente à pequenez humana que
transcende e se cristaliza sob
a garoa gélida que não acomete
a parcos.
Na baldeação
diferentes gradação
in subsolo, alterno
estações e neste papel
não consigo borrar
a essência…
e pela tangente
concebo as
“Memórias do Subsolo”
na morada não moro,
não tenho namorada,
namoro moradas,
desta morada
namoro aquelas
memoradas,
memorias melhoradas.
Transladadas
mementos e demais
sentimentos
excrementos reversos
rever versos
re ver a sós
viver a sós
s.o.s
pueril ânsia inaudita
Há uma solidão,
um buraco vazio
que se confunde
ou é utilizado
como um sinônimo
através dessas
reminiscências
memorias vagas
ensejadas por
olhares dispersos
quando as pálpebras
estão de folga…
Lembranças
em demasia
ao simples
direcionar de olhar
e de horários…
Fragmentos,
em blocos disformes
e de variados tamanhos
encontrados
por todos os lados…
restos de vidas
e inúmeras experiências
que limitam e oprimem
o futuro…
Há muito que
estou afogado
neste lago
saudosista
e por não boiar
nestas águas
turvas
Sinto-me denso
mosaicos disformes, penso…
olhares cartesianos
multiverso dimensional de
inextricáveis relações
sinápticas, cinéreas…
tenso.
Pretenso ser
que não pretende ser
enquadrado sob a coerciva
vigência lacaia
requisitada pelo
dócil Sistema…
(Ser pretensioso
requer autenticidade
e doses amorfas de
hostilidade…)
Andar continuamente
nestas margens,
concede paulatinamente
pensamentos desconexos
que suscitam questionamentos
[falhos
que atrai o convincente
e lacaio Contemporâneo Moderno
juiz e legislador de convenções…
E assim o sentimento de vazio,
voraz como um buraco negro,
emerge e suprime
os hesitantes e indecisos
que vacilam na superfície.
(Source: himahimasei.blogspot.com.br)
A chuva que provê
a exagerada abstinência
adiposa de poucos
e o Lamurio e drasticidade
daqueles que estão nas
bordas das cidades
É uniforme-oscilante
em fragmentos espaço-
temporais que evidenciam
as granulações sui-generis
de cada locus que se
confunde sob as convenções
que vêm de cima
A chuva que cai
(lamurios de penúria perene)
em contato com a
perpendicularidade drástica,
fim da queda,
provoca vulcanizações
pipocantes que se
litigiam por toda
extensão do chão
nas diferentes gradações
Bela irrisoriedade
não-vista em detrimento
da consternação que
anseia pela impermeabilidade
agresssividade provida da
contemporaneidade.
Modernidade cáustica
que molha e corroí;
inundação supérflua
que os ralos não abstraem.
em alhures diversos
desta e de outras casas
já fiquei.
Mulheres discretas
garimpei.
namoros que não
viverei.
Minhas infâncias
até aqui vivencio
dosadas a mertiolate
From a school-project where I illustrated a booklet to Ulver’s EP Metamorphosis. You can see the actual result on Issue, though feel free to ignore the text.
Taken with a Nikon EM, on Kodak Portra 800 film. Cropped for booklet-format.





